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Nova lei de exames afeta empresas terceirizadas?

  • Foto do escritor: Lucas Guimarães de souza
    Lucas Guimarães de souza
  • 20 de abr.
  • 3 min de leitura

Nova lei de exames afeta empresas terceirizadas?


A saúde do trabalhador ganhou um novo protagonismo na legislação brasileira. Com a sanção da Lei nº 15.377/2026, as empresas passaram a ter uma responsabilidade maior do que simplesmente permitir a ausência para exames médicos.

Agora, além de garantir o direito, é obrigatório informar.


E isso muda bastante o jogo principalmente para empresas que trabalham com colaboradores terceirizados.


O que diz a nova lei na prática


A nova legislação alterou a CLT e trouxe dois pontos principais:


  • Obrigação das empresas de informar os trabalhadores sobre campanhas de saúde e prevenção

  • Direito à ausência remunerada para exames preventivos


O trabalhador pode se ausentar por até 3 dias a cada 12 meses, sem desconto no salário, para realizar exames preventivos.


Esse direito já existia, mas agora a empresa precisa comunicar isso de forma ativa — não pode mais fingir que o colaborador “descubra sozinho”.


Além disso, a empresa deve promover ações de conscientização sobre temas como:


  • HPV

  • Câncer de mama

  • Câncer de próstata

  • Câncer do colo do útero



O que muda para empresas com colaboradores terceirizados


Aqui é onde muita empresa pode se complicar.

Se você trabalha com terceirização de mão de obra, precisa entender uma coisa importante:


A responsabilidade não desaparece ela se divide.


Mesmo quando há uma empresa terceirizada envolvida, o contratante pode ser impactado em situações como:


  • Falhas na comunicação com os trabalhadores

  • Ausência de controle sobre direitos trabalhistas

  • Problemas de compliance trabalhista


Ou seja, não dá pra simplesmente jogar isso na conta da terceirizada e seguir a vida.



Responsabilidade: de quem é afinal?


Depende do modelo de contratação, mas na prática:


Empresa terceirizada (prestadora)


  • Responsável por informar os colaboradores

  • Deve registrar e comprovar ações de comunicação

  • Precisa garantir o cumprimento da lei


Empresa contratante (tomadora)


  • Deve fiscalizar o cumprimento

  • Pode ser responsabilizada de forma subsidiária

  • Precisa garantir que a terceirização esteja regular


Se der problema, adivinha? Pode respingar nos dois lados.


O grande risco: falta de controle


A lei não define exatamente:


  • Como comunicar

  • Com qual frequência

  • Quais canais usar


Isso abre um espaço perigoso.


Empresas que não estruturarem processos podem enfrentar:


  • Multas trabalhistas

  • Problemas em fiscalizações

  • Passivos jurídicos


As penalidades podem chegar a mais de R$ 4 mil por infração, dependendo do caso.


Como empresas com terceirização devem se preparar


Como empresas com terceirização devem se preparar

Aqui é onde você pode puxar bem o gancho comercial da Telecred.


Empresas que trabalham com terceiros precisam sair do operacional básico e ir para um nível mais estratégico.


Algumas boas práticas:


1. Formalize a comunicação


  • Criar políticas internas documentadas

  • Garantir que todos os colaboradores recebam a informação


2. Exija evidências da terceirizada


  • Relatórios de comunicação

  • Registros de campanhas

  • Comprovantes de ciência dos colaboradores


3. Integre RH + jurídico + operacional


  • Não dá mais pra tratar isso isolado

  • Precisa de visão de compliance


4. Use BPO para controle


  • Centralizar informações

  • Garantir rastreabilidade

  • Reduzir risco trabalhista



Terceirização sem gestão virou risco


Antes, terceirizar era só uma forma de reduzir custo e ganhar eficiência.

Agora, sem controle, virou risco jurídico.


Empresas que não acompanham de perto:


  • Podem perder visibilidade sobre direitos dos colaboradores

  • Ficam vulneráveis a autuações

  • Podem ter impacto direto no caixa


Como a Telecred pode ajudar nesse cenário


É aqui que você fecha com força.


A nova lei reforça uma tendência clara:

Empresas precisam de gestão profissional da terceirização


  • Terceirização de mão de obra com controle operacional

  • Gestão de processos e compliance trabalhista

  • Apoio na comunicação e organização documental

  • Estrutura para garantir conformidade com a legislação


Com isso, sua empresa reduz riscos, ganha eficiência e mantém foco no crescimento.


Conclusão


A nova lei não criou apenas um direito ela criou uma obrigação estratégica para as empresas.


E, no caso de quem trabalha com colaboradores terceirizados, o impacto é ainda maior.

Não basta cumprir. Agora é preciso provar que está cumprindo.

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